“1º lugar da regional em Mega-Sena”: o caso do Bruno Corbello, da Lotérica Jardim Floresta

Bruno Corbello, da Lotérica Jardim Floresta, usou a rentabilidade por caixa e por operador para direcionar energia — e conta em vídeo o resultado: 1º lugar da regional em Mega-Sena e a loja crescendo de 3 para 5 terminais.

“O barato sai caro. O que existe é preço justo.”

— Bruno Corbello, dono da Lotérica Jardim Floresta, em depoimento público em vídeo

O caso do Bruno Corbello, da Lotérica Jardim Floresta, é o caso de um dono que decidiu gerenciar por dados — e conta, em depoimento publicado no canal da DouraSoft, aonde isso levou: nas palavras dele, ao 1º lugar da regional em Mega-Sena.

Antes: energia distribuída no escuro

Toda lotérica tem a mesma limitação: horas de operação e equipe são finitas. A pergunta que o Bruno não conseguia responder com precisão era onde essa energia rendia mais — qual caixa, qual operador, qual produto. Sem esse mapa, a gestão vira intuição.

A virada: rentabilidade por caixa e por operador

A mudança veio com o que ele mesmo destaca no vídeo: enxergar a “rentabilidade por caixa e por operador”. No depoimento, o sistema aparece como Ágil — hoje DouraSoft. Com o resultado aberto por guichê e por pessoa, o Bruno passou a direcionar a energia da loja para onde ela dava retorno — em vez de tratar a lotérica como um bloco único.

É a lógica que detalhamos em relatórios e prestação de contas da lotérica: o mesmo movimento que fecha o caixa alimenta os números que dizem onde investir a atenção.

Os resultados, nas palavras dele

  • “1º lugar da regional em Mega-Sena” — a colocação é dita por ele no vídeo.
  • A loja cresceu de 3 para 5 terminais, segundo ele.
  • A indicação do sistema chegou até ele de outros donos de lotérica, via Caixa — colegas de mercado indicando para colega de mercado.

E a frase que resume a filosofia dele sobre ferramenta de gestão: “o barato sai caro; o que existe é preço justo” — dita por ele ao explicar por que escolheu investir em um sistema em vez de improvisar.

O detalhe que diz muito: quem indicou foram lotéricos

O Bruno não chegou à DouraSoft por anúncio. Chegou porque outros donos de lotérica citaram o sistema — e a recomendação circulou no ambiente da própria Caixa. Em um mercado pequeno e conservador, indicação espontânea entre concorrentes de balcão é o tipo de prova que não se compra.

Assista ao depoimento

Dados mudam o jogo — quando o dono usa

O herói desse caso é o Bruno: foi ele quem olhou os números e redirecionou a loja. O sistema entregou o mapa. Veja outros donos contando o próprio caminho na nossa página de casos de sucesso.

A DouraSoft é o único sistema de gestão para lotéricas do Brasil homologado pela Caixa Econômica Federal, com mais de 1.200 clientes atendidos.

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