“Triplicamos venda de jogos e de bolões”: a história completa do Raniery, da Lotérica Itapetim da Sorte

Do caderno ao sistema: Raniery, dono da Lotérica Itapetim da Sorte, conta em vídeo a história completa da loja — "triplicamos venda de jogos e de bolões, até o faturamento", funcionárias sem hora extra e as primeiras férias.

“Triplicamos venda de jogos e de bolões, até o faturamento.”

— Raniery, dono da Lotérica Itapetim da Sorte, em depoimento público em vídeo

Quando um dono de lotérica diz que triplicou a venda de jogos, a pergunta certa não é “qual promoção ele fez”. É: o que mudou na gestão para isso caber no dia? Neste depoimento publicado no canal da DouraSoft, Raniery, dono da Lotérica Itapetim da Sorte, conta a história completa da loja — do controle no caderno até os resultados que ele mesmo resume na frase acima.

Antes: o caderno mandava na loja

O ponto de partida do Raniery é o de muitas lotéricas do Brasil: controle manual, anotação em caderno, conferência no olho e no papel. Funciona até certo ponto — mas consome o dia, prende a equipe depois do horário e deixa o dono sem enxergar o resultado real da loja. No vídeo, ele descreve essa fase e o quanto ela pesava na rotina de todo mundo.

A virada: do caderno ao sistema

A virada foi aposentar o caderno e passar o controle da loja para o sistema — no vídeo, ele se refere ao sistema Ágil, hoje DouraSoft. Com o movimento de cada terminal conferido automaticamente contra o TFL da Caixa, o fechamento encurtou, a conferência deixou de depender da memória e os números da loja passaram a existir de verdade — organizados, no lugar, todo dia.

Os resultados, nas palavras dele

Os números e frases abaixo são do próprio Raniery, ditos espontaneamente no vídeo:

  • “Triplicamos venda de jogos e de bolões, até o faturamento.”
  • “O que eu achava que era despesa é investimento.” — a síntese dele sobre o custo do sistema.
  • As funcionárias deixaram de fazer hora extra: o fechamento rápido devolveu o fim do dia para a equipe.
  • E ele conseguiu o que antes não cabia na rotina: tirar férias — com a loja funcionando e os números acompanhados à distância.

Repare na ordem dos fatos: primeiro a gestão arrumou o dia; depois a venda cresceu. Triplicar jogos e bolões não veio de uma campanha — veio de tempo e controle sobrando no lugar certo.

O dono saiu da operação — e a loja não parou

Férias do dono são o teste definitivo de uma lotérica organizada. O caso do Raniery também é um caso de gestão remota de lotérica: com os números do dia fechados e acessíveis, ele acompanha a loja sem precisar estar em cima do caixa o dia inteiro. É a diferença entre ser o dono da lotérica e ser o funcionário mais caro dela.

Assista ao depoimento

O Raniery gravou ainda um segundo depoimento, focado no que ele fez com o tempo ganho no fechamento: leia em Mais tempo para vender bolões: o caso do Raniery.

Por que isso se repete em outras lotéricas

A história do Raniery não é um ponto fora da curva: é o que acontece quando o controle sai do caderno e o fechamento deixa de consumir o dia. Você encontra outros depoimentos como esse na nossa página de casos de sucesso.

A DouraSoft é o único sistema de gestão para lotéricas do Brasil homologado pela Caixa Econômica Federal, com mais de 1.200 clientes atendidos.

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