“Em menos de 3 minutos” — é assim que ele descreve o fechamento do caixa.
— Raniery, dono da Lotérica Itapetim da Sorte, em depoimento público em vídeo
Todo dono de lotérica quer vender mais bolão. Poucos se fazem a pergunta que vem antes: de onde vai sair o tempo para vender? No depoimento publicado no canal da DouraSoft, Raniery, dono da Lotérica Itapetim da Sorte, mostra a resposta que funcionou na loja dele: o tempo saiu do fechamento de caixa.
Antes: o fim do dia preso na conferência
Como em boa parte das lotéricas do Brasil, o fim do expediente era o gargalo. Conferência manual, terminal por terminal, equipe presa depois do horário e o dono absorvido pela operação. Nessa rotina, venda ativa — bolão, jogo, oferta no balcão — é o que fica para depois, porque o dia inteiro é consumido só para manter a casa em ordem.
A virada: fechamento curto e controle da casa
A virada foi trocar a conferência manual por um fechamento guiado pelo sistema — no vídeo, ele se refere ao sistema Ágil, hoje DouraSoft. Com o movimento de cada terminal conferido automaticamente contra o TFL da Caixa, o fechamento deixou de ser um projeto de fim de noite e virou um ritual curto, com começo, meio e fim: segundo o Raniery, o caixa fecha “em menos de 3 minutos”.
É o mesmo passo a passo que documentamos em fechamento de caixa de lotérica: conferir o que o terminal registrou, bater com o dinheiro físico e encerrar o dia com a diferença (se houver) já identificada por operador.
E o efeito não é só velocidade. Com o dia fechado e batido, o dono passa a ter o controle da casa na mão: sabe o que entrou, o que saiu e o que cada caixa produziu — sem depender de memória, papel ou confiança cega.
O que ele fez com o tempo: vender bolão pelo WhatsApp
Aqui está o centro deste caso. O horário que antes era queimado em conferência virou canal de venda: com o tempo ganho, o Raniery passou a vender bolão pelo WhatsApp. Em vez de fechar a loja e continuar contando dinheiro, ele fecha o caixa em minutos e usa o resto da energia do dia para fazer a receita crescer.
É uma inversão simples de descrever e rara de executar: a maioria das lotéricas trata a venda de bolão como tarefa “para quando sobrar tempo” — e o tempo nunca sobra, porque a operação o consome primeiro. Quando o fechamento encolhe, a conta muda de lado.
O que este caso ensina
- Venda é consequência de tempo livre. Antes de plano de venda, resolva o que consome o dia — na lotérica, o maior ladrão de horas costuma ser a conferência manual.
- Fechamento rápido não é conforto, é estratégia. Cada minuto que sai da conferência pode virar oferta de bolão, atendimento melhor ou gestão de verdade.
- Controle da casa dá coragem comercial. Quem sabe exatamente como o dia fechou tem segurança para investir energia em vender — em vez de vigiar.
Assista ao depoimento
O Raniery também gravou um segundo depoimento, contando a história completa da loja — do caderno ao sistema, com os resultados nas palavras dele: leia em “Triplicamos venda de jogos e de bolões”: a história do Raniery.
Por que isso se repete em outras lotéricas
A história do Raniery não é um ponto fora da curva: é o que acontece quando o fechamento deixa de consumir o dia. Você encontra outros depoimentos como esse na nossa página de casos de sucesso.
A DouraSoft é o único sistema de gestão para lotéricas do Brasil homologado pela Caixa Econômica Federal, com mais de 1.200 clientes atendidos.
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